sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A cachoeira

Ela desse a montanha ligeira e contente,
flutuante sobre a rocha parece nunca ter fim,
Como um um belo véu de noiva de uma pedra a outra ele se estende,
Em uma só queda livre molhando em volta o capim,

Aquela água cristalina que salta de rocha em rocha,
Ainda não sabe seu verdadeiro e cruel destino,
Quando ela chegar aos grande rios logo ela fica mais grossa,
E cada metro que aquela limpa água percorre ela vai se poluindo,


Onde ficou a bela água cristalina que vimos no meio da mata,
Aqui ela não existe mais a cor dela ficou totalmente mudada,
Não se vê mais se quer ela se espreguiçando em uma bela cascata,
Aqui o ser humano já fez com que ela com uma cor marronzeada,
Tu do nela aqui é sem vida morreram ate os peixes,
Devido um monte de coisas sujas que nela é jogado,
Lixo tudo o homem joga mas a natureza cobra eu penso deixe,
Eu mesmo nem quero ver quando aquela humilde cachoeira deixar tudo alagado,

Onde foi parar minha bela e cristalina cachoeira?
Morreu ao entrar em contato com o ser humano,
Que para destruir o homem nunca fez se brincadeira,
Eu tenho pena do futuro dessa criatura perplexa e propano,

Que para o futuro das nossas crianças,
Não vão poder brincar em uma bela cachoeira,
Não vão nem se quer ter isso registrado em suas lembranças
Eu tenho muito medo de que onde desceu água em breve dessa poeira.

Anastácio Ribeiro

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